Nem toda dor cabe num diagnóstico. O sofrimento não tem um rosto só.
Ele aparece no executivo que chegou onde queria e não se reconhece mais. No brasileiro que construiu uma vida do outro lado do mundo e acorda sem saber onde pertence. Em quem recebeu um diagnóstico e sentiu o chão sumir. E em quem ainda funciona, entrega, cuida de tudo enquanto algo essencial vai desaparecendo em silêncio.
Atendo há mais de 25 anos, com uma escuta sem rótulos: escuto antes de interpretar, sem pressupor o tipo de sofrimento de quem chega. Muitas vezes o que adoece não é só o que aconteceu, mas o afastamento progressivo de si mesma: das próprias emoções, limites e sentidos.
Atendo indivíduos, casais, familias e grupos: líderes e executivos, brasileiros no exterior, e pessoas atravessando diagnósticos, lutos, burnout, crises de identidade, rupturas ou momentos em que a vida parou de fazer sentido. Funcionando ou em colapso. Com nome para o que sentem, ou ainda sem palavra alguma.
Minha base reúne formações em psicoterapia, saúde mental, clínica, organizacional, hospitalar e desenvolvimento humano.
Meu trabalho não se limita ao alívio dos sintomas, embora essa etapa seja fundamental. O objetivo é ajudar o paciente a reconhecer padrões, ampliar a consciência sobre suas relações e encontrar formas mais autênticas de existir.
Escutar vai além de ouvir palavras: é perceber o que foi interrompido, endurecido ou silenciado ao longo do caminho. E é muitas vezes aí que uma nova travessia começa.
Vamos conversar?


